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quinta-feira, julho 07, 2011
balazeiro
interrompo o jejum para prestar uma homenagem sentida ao Prof. Manuel Balazeiro, o maior ativista local que Mindelo conheceu, e que tristemente faleceu ontem. amigos do mindelo, acdm, escola, política local... o homem parte, mas a obra fica
sexta-feira, outubro 30, 2009
sábado, maio 31, 2008
amigos do mindelo
é oficial. a partir de hoje deixei de ser o presidente dos amigos do mindelo, cargo que ocupei nos últimos dois mandatos. despedidas nao as vou fazer porque já as fiz aqui. o novo presidente é o miguel torres, anterior vice-presidente, que irá conduzir a associação até às eleições que deveriam ter sido hoje mas que foram adiadas para setembro. estou tranquilo, já que foi a melhor decisao para a associação e para mim, e que surge no momento certo. e existem pessoas que estao habilitadas e interessadas em dar continuidade ao trabalho da associação, no qual já estao a participar de forma bem activa e que terão ainda muito mais para dar. eu por mim continuarei a colaborar e fico agora ainda com mais disponibilidade para garantir que a nova ROM chegará a bom porto, e que os guardioes da natureza continuarao a fazer o trabalho magnifico que está em curso. ontem chegou mais uma boa noticia: um dos nossos ninhos "artificiais" já foi ocupado e temos três filhotes a crescer.
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segunda-feira, janeiro 07, 2008
quarta-feira, julho 04, 2007
quarta-feira, junho 13, 2007
rio-mindelo



olha só para o nascimento do projecto rios em silvares no passado dia 3 de junho! à frente os pais da criança e atras os padrinhos...
domingo, junho 10, 2007
o verdadeiro Dia de Portugal

o maior e mais emblemático projecto de requalificação da ROM começou hoje. Vai dar que falar... finalmente vamos começar a trabalhar "a sério", e com o envolvimento dos proprietários! mas é só o inicio...
PS. entretanto, e para "celebrar" o acordo, aproveitamos para retirar umas largas dezenas de pilhas que encontramos na ROM, no que resta de um estranho acampamento abandonado (onde encontramos desde peluches a muitos para-choques de automoveis)
sexta-feira, maio 25, 2007
compostemos

A campanha "mindelo a reciclar" começa a fazer-se sentir!
Neste momento, com 83 compostores entregues, sem contar com os que foram entregues hoje, o impacte já é visivel, nos pequenos pormenores que contam...
As pessoas falam da compostagem, as pessoas querem compostores "iguais ao vizinho", as pessoas discutem as regras e como conseguir os melhores resultados, pessoas que não têm jardim já levam os resíduos para o "compostor da patroa" ou do vizinho, relembram os tempos da "estriqueira" (onde amontoavam os organicos) e explicam com contentamento que estao a recuperar "velhos hábitos"... Esta semana recebi vários sinais destes. Não, não foi de pessoas "amigas do ambiente". Foi de pessoas "comuns".
Malta... resultou!
Parabéns a todos os que têm estado envolvidos!
Continuemos...
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domingo, maio 13, 2007
CMIA (III)

olá "espécie invasora"!
ora bem, antes de mais uma confissão. sim, estou "ressabiado". por 4 razões: 1) apresentei uma proposta de parceria para a dinamização do CMIA CMVC/Amigos do Mindelo, para a qual nunca tive resposta; a CMVC preferiu o CIIMAR (onde trabalham pessoas excelentes, diga-se, em abono da verdade); 2) a CMVC/CIIMAR contratou pessoas de uma forma um pouco... digamos, tendenciosa, preterindo uma amiga minha que seria uma contratação (quase) inevitavel dada a sua experiencia; 3) a CMVC/Governo desperdiçou muito dinheiro nosso com o CMIA, já que o centro ciencia viva, ali bem perto, assume praticamente a mesma vocação; 4) o CMIA foi usado de forma vergonhosa com fins politicos, antes das ultimas eleições autarquicas, com aquela inauguração "forçada". Bem, agora que abri a porta do armario e deixei sair os esqueletos, posso dizer que continuo com as maiores expectativas face ao trabalho a desenvolver pelo CMIA, ao contrario de muita gente (eu já dei o meu contributo ao picar-vos). E acho óptimo que façam visitas à ROM e a Mindelo. Duvido é que queiram mostrar toda a verdade dos últimos 50 anos.
Aproveito a proposito para sugerir um outro itinerário para uma visita: a antiga pedreira, cheia até cima de lixo (segundo soube, do parque de campismo), onde existe o mais fantastico conjunto de sobreiros da ROM. Curiosamente, mais uma área ratada à anunciada paisagem protegida...
PS. como já reparaste, a imagem é de um medronheiro, que não é uma espécie invasora... ofereceram-me um nos anos e já está plantado num dos "jardins da ROM". é, passo a vida a criticar, eu sei. e tu?
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quinta-feira, maio 03, 2007
quinta-feira, abril 19, 2007
avaliação
ontem, no final da palestra sobre DS em Mindelo, decidi fazer o seguinte questionário de avaliação aos participantes:
- O palestrante devia, no mínimo, ser internado
- Só estive aqui porque fui obrigado
- Quero ser “amigo do mindelo”, amanhã ofereço-me como voluntário
Tinham que avaliar a sua concordância de acordo com a seguinte escala:
–1 não concordo nada
–2 concordo um poucochinho
–3 sei lá!
–4 é capaz de ser verdade
–5 concordo totalmente
As respostas foram:
- O palestrante devia, no mínimo, ser internado
- Só estive aqui porque fui obrigado
- Quero ser “amigo do mindelo”, amanhã ofereço-me como voluntário
Tinham que avaliar a sua concordância de acordo com a seguinte escala:
–1 não concordo nada
–2 concordo um poucochinho
–3 sei lá!
–4 é capaz de ser verdade
–5 concordo totalmente
As respostas foram:
| 1 | 1 | 1 | 1 | 1 | 1 | 1 | 2 | 1 | 1 | 2 | 1 | 5 | 1 | 1 | 1 | 1 | 1 | 1 | 1 | 1 | 1 | 2 | 3 | 1 | 1 | 2 | 4 | 1 | 1 | 1 | 1 | 5 | 1 | 1 | 1 | 1 | 1 |
| 1 | 2 | 1 | 1 | 1 | 1 | 2 | 1 | 1 | 1 | 2 | 1 | 5 | 1 | 1 | 1 | 1 | 1 | 1 | 1 | 1 | 3 | 4 | 1 | 2 | 1 | 1 | 2 | 4 | 4 | 1 | 1 | 1 | 1 | 1 | 1 | 1 | 1 |
| 5 | 4 | 4 | 4 | 3 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 | 2 | 5 | 1 | 4 | 3 | 3 | 4 | 4 | 4 | 3 | 2 | 4 | 4 | 5 | 4 | 4 | 4 | 3 | 1 | 4 | 4 | 1 | 4 | 4 | 3 | 4 | 2 | 4 |
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O concretizar de um sonho
cá vai, em primeira mão, a minha ultima cronica, a ser publicada no primeiro de janeiro de amanhã
Desenvolvimento Sustentável em Mindelo
O concretizar de um sonho
Aprendi a gatinhar nas areias de Mindelo, 34 anos atrás. Quem me via a carregar areia no meu camião de plástico ou a construir castelos e pontes bem que pode ter achado que teria um futuro brilhante na construção. Mas não. O que eu gostava mesmo era de explorar as “pocinhas” que se formavam nos rochedos, quando a maré vazava. De brincar com as estrelas-do-mar, com as anémonas e com as algas. De ir apanhar mexilhões e lapas com o meu Pai. E à tarde refugiar-me do calor nos canaviais perto de casa, onde construía cabanas e montava emboscadas. Hoje em dia as “pocinhas” ainda lá estão. Os canaviais é que já não, em grande parte transformados em casas.
Foi só em 1994 que visitei a Reserva Ornitológica de Mindelo pela primeira vez, ou melhor, que explorei aquela enorme área “oculta” entre Mindelo e Árvore. Chovia torrencialmente e por todo o lado havia lagos, pelo que tivemos de “saltar” de duna em duna. Nessa altura não fazia ainda ideia das ameaças que pairavam sobre este espaço, nem conhecia o longo historial de estudos científicos aqui realizados que remontam, pasme-se, aos finais do século XIX! Este dia acabaria por ser marcante para a decisão de, três anos mais tarde, decidirmos vir morar para Mindelo.
“Pensar Global, Agir local”. Enquanto ambientalista em gestação, tratei de descobrir quem era aquela gente que, de forma pioneira, protegia as dunas e reciclava o lixo. Acabei por ir bater à porta da sócia n.º 1 dos Amigos do Mindelo. Tanta coisa que havia para fazer! Por isso decidi começar pela ROM. Havia que dar continuidade a tantos anos de luta em defesa da criação de uma área verdadeiramente protegida. Dez anos antes, em 1987, tinha sido feito o “Plano Preliminar da Área de Paisagem Protegida do Mindelo - Vila do Conde”. Mas tudo continuava na mesma.
Os anos seguintes foram passados a chamar a atenção para este espaço, a tentar mostrar todo o seu potencial. A dinamizar visitas de escolas e palestras, a distribuir pára-ventos no Verão e guarda-chuvas no Inverno, a organizar peças de teatro e concursos, exposições e debates, a distribuir folhetos, cartazes e autocolantes, a recolher assinaturas e afixar faixas, a promover anilhagens de aves e limpezas de lixo, plantações de árvores e de placas. A fazer estudos e pareceres, seguir mapas e tirar fotografias, a mandar cartas e e-mails, a passar (literalmente) milhares de horas em reuniões e ao telefone. A dar entrevistas, muitas entrevistas…
Mais dez anos passaram (como é estranho o tempo). Os Amigos do Mindelo cresceram. A ROM afirmou-se. A Câmara Municipal decidiu-se e vai enviar o pedido de classificação de paisagem protegida para o Instituto de Conservação da Natureza. O consenso é geral. Há que criar um espaço de conservação da natureza e educação ambiental, a pensar na qualidade de vida dos que cá moram e dos que para cá virão morar. Sim, porque quem mais irá ganhar no meio disto tudo são os proprietários e a malta do imobiliário. Quem não irá querer morar perto da única área protegida da região, que até uma estação do metro tem?
“Desenvolvimento Sustentável em Mindelo - O sonho de uma comunidade que quer ser exemplo nacional”. Foi este o título de um artigo que escrevi em Dezembro para a revista do Eixo Atlântico. Foi este o tema da palestra que esta quarta-feira dei na Universidade Católica, contando aos alunos de Engenharia do Ambiente, e aos de Educação Ambiental (futuros facilitadores de Ecoclubes), a história de dez anos maravilhosos. Como a Agenda 21 de Mindelo mobilizou a população para definir o seu Futuro, como os Ecoclubes nasceram e se espalharam pelo País, como é fácil reciclar os resíduos ou cozinhar com o Sol. Como tiramos centenas de pessoas do sofá e as levamos a passear na natureza.
“O sonho de uma comunidade que quer ser exemplo nacional”... o leitor crítico deve estar a pensar “presunção e água benta, cada um toma a que quer”. Ou se preferirmos, para a vaidade e para a devoção não há limites. Bem, o nosso segredo é muito da última e alguma coisa da primeira. Afinal, também há que puxar pelo orgulho em ser Mindelense para animar a malta, né?
A criação da área protegida será para Mindelo (e Vila do Conde) o concretizar de um sonho. A comunidade irá acordar para uma realidade mais sustentável e, a todos os títulos, mais agradável. Aos poucos, é certo, com percalços e muito esforço. Mas o primeiro passo fica dado. Um dia talvez sejamos mesmo um exemplo nacional.
A nível pessoal, fecha-se um ciclo, em que o sonho comandou a vida. De muitos pulos e avanços, mas também de quedas sofridas. Passarei o testemunho, mas não sem antes abraçar a nova ROM, Fénix renascida aos 50 anos. Assim termina a crónica de uma despedida anunciada.
Pedro Macedo, Amigos do Mindelo
Desenvolvimento Sustentável em Mindelo
O concretizar de um sonho
Aprendi a gatinhar nas areias de Mindelo, 34 anos atrás. Quem me via a carregar areia no meu camião de plástico ou a construir castelos e pontes bem que pode ter achado que teria um futuro brilhante na construção. Mas não. O que eu gostava mesmo era de explorar as “pocinhas” que se formavam nos rochedos, quando a maré vazava. De brincar com as estrelas-do-mar, com as anémonas e com as algas. De ir apanhar mexilhões e lapas com o meu Pai. E à tarde refugiar-me do calor nos canaviais perto de casa, onde construía cabanas e montava emboscadas. Hoje em dia as “pocinhas” ainda lá estão. Os canaviais é que já não, em grande parte transformados em casas.
Foi só em 1994 que visitei a Reserva Ornitológica de Mindelo pela primeira vez, ou melhor, que explorei aquela enorme área “oculta” entre Mindelo e Árvore. Chovia torrencialmente e por todo o lado havia lagos, pelo que tivemos de “saltar” de duna em duna. Nessa altura não fazia ainda ideia das ameaças que pairavam sobre este espaço, nem conhecia o longo historial de estudos científicos aqui realizados que remontam, pasme-se, aos finais do século XIX! Este dia acabaria por ser marcante para a decisão de, três anos mais tarde, decidirmos vir morar para Mindelo.
“Pensar Global, Agir local”. Enquanto ambientalista em gestação, tratei de descobrir quem era aquela gente que, de forma pioneira, protegia as dunas e reciclava o lixo. Acabei por ir bater à porta da sócia n.º 1 dos Amigos do Mindelo. Tanta coisa que havia para fazer! Por isso decidi começar pela ROM. Havia que dar continuidade a tantos anos de luta em defesa da criação de uma área verdadeiramente protegida. Dez anos antes, em 1987, tinha sido feito o “Plano Preliminar da Área de Paisagem Protegida do Mindelo - Vila do Conde”. Mas tudo continuava na mesma.
Os anos seguintes foram passados a chamar a atenção para este espaço, a tentar mostrar todo o seu potencial. A dinamizar visitas de escolas e palestras, a distribuir pára-ventos no Verão e guarda-chuvas no Inverno, a organizar peças de teatro e concursos, exposições e debates, a distribuir folhetos, cartazes e autocolantes, a recolher assinaturas e afixar faixas, a promover anilhagens de aves e limpezas de lixo, plantações de árvores e de placas. A fazer estudos e pareceres, seguir mapas e tirar fotografias, a mandar cartas e e-mails, a passar (literalmente) milhares de horas em reuniões e ao telefone. A dar entrevistas, muitas entrevistas…
Mais dez anos passaram (como é estranho o tempo). Os Amigos do Mindelo cresceram. A ROM afirmou-se. A Câmara Municipal decidiu-se e vai enviar o pedido de classificação de paisagem protegida para o Instituto de Conservação da Natureza. O consenso é geral. Há que criar um espaço de conservação da natureza e educação ambiental, a pensar na qualidade de vida dos que cá moram e dos que para cá virão morar. Sim, porque quem mais irá ganhar no meio disto tudo são os proprietários e a malta do imobiliário. Quem não irá querer morar perto da única área protegida da região, que até uma estação do metro tem?
“Desenvolvimento Sustentável em Mindelo - O sonho de uma comunidade que quer ser exemplo nacional”. Foi este o título de um artigo que escrevi em Dezembro para a revista do Eixo Atlântico. Foi este o tema da palestra que esta quarta-feira dei na Universidade Católica, contando aos alunos de Engenharia do Ambiente, e aos de Educação Ambiental (futuros facilitadores de Ecoclubes), a história de dez anos maravilhosos. Como a Agenda 21 de Mindelo mobilizou a população para definir o seu Futuro, como os Ecoclubes nasceram e se espalharam pelo País, como é fácil reciclar os resíduos ou cozinhar com o Sol. Como tiramos centenas de pessoas do sofá e as levamos a passear na natureza.
“O sonho de uma comunidade que quer ser exemplo nacional”... o leitor crítico deve estar a pensar “presunção e água benta, cada um toma a que quer”. Ou se preferirmos, para a vaidade e para a devoção não há limites. Bem, o nosso segredo é muito da última e alguma coisa da primeira. Afinal, também há que puxar pelo orgulho em ser Mindelense para animar a malta, né?
A criação da área protegida será para Mindelo (e Vila do Conde) o concretizar de um sonho. A comunidade irá acordar para uma realidade mais sustentável e, a todos os títulos, mais agradável. Aos poucos, é certo, com percalços e muito esforço. Mas o primeiro passo fica dado. Um dia talvez sejamos mesmo um exemplo nacional.
A nível pessoal, fecha-se um ciclo, em que o sonho comandou a vida. De muitos pulos e avanços, mas também de quedas sofridas. Passarei o testemunho, mas não sem antes abraçar a nova ROM, Fénix renascida aos 50 anos. Assim termina a crónica de uma despedida anunciada.
Pedro Macedo, Amigos do Mindelo
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terça-feira, abril 17, 2007
Desenvolvimento Sustentável em Mindelo

"O sonho de uma comunidade que quer ser exemplo nacional"
este o título de um artigo publicado no último número da revista do eixo atlantico e de uma palestra a realizar amanhã
"presunção e água benta, cada qual toma a que quer", traduzindo: para a vaidade e para a devoção não há limites estabelecidos
para nós é um simbolo de devoção. com a criação de uma nova área protegida que potencie o patrimonio da ROM, este sonho passa a ser possivel
a nivel pessoal, partilhando o sonho, explicitamente, criam-se as condições para a passagem de testemunho
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domingo, abril 08, 2007
segunda-feira, abril 02, 2007
sábado, março 31, 2007
quinta-feira, março 29, 2007
quinta eng. carvalho
Por favor!
Vila do Conde recusou o modelo de "desenvolvimento" da Póvoa e de tantos outras cidadezinhas destruídas por esse país fora, graças à sementeira de cimento, à despreocupação com a preservação e criação de zonas verdes, etc. Desde que este executivo camarário entrou que Vila do Conde faz a diferença, com a criação de parques e zonas verdes, recuperação de edifícios patrimoniais, requalificação da beira mar e beira rio e, sobretudo, com a edificação de prédios relativamente baixos (apesar de excessivos, mas enfim...). Não acredito que o seu mandato acabe com o crime da cimentação da quinta do Menères.
Por favor, não deixem destruir a quinta do Meneres, com as suas dunas e o seu potencial de espaço privado e público! Por que não um hotel com SPA, um hipódromo de jumpings e escola de equitação, um espaço de lazer, seja o que for com o mínimo de área edificada e o máximo de zona verde, como a quinta de Serralves no Porto. Há soluções lucrativas que não passam pela construção de mais prédios, ainda por cima nesta cidade em que de há 2 e 3 anos para cá centenas de andares para venda continuam com os letreiros, pois são excessivos relativamente à procura e à crise.
O programa Polis tem responsabilidades aos níveis do urbanismo, da qualificação da vida neste país tão terrivelmente maltratado por décadas de câmaras parolas, incultas e, dizem, corruptas. Esta é diferente. Ajudemo-la a ser ainda melhor.
Com os melhores cumprimentos
XXX (mensagem recebida pelos amigos do mindelo e enviada a partir daqui)
XXX (mensagem recebida pelos amigos do mindelo e enviada a partir daqui)
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domingo, março 18, 2007
vai passear...
um domingo cheio de... árvores...
hoje os amigos do mindelo andaram a distribuir as árvores desta campanha...
e claro que também não podíamos deixar de oferecer árvores à ROM... ela gosta destes mimos e nós adoramos mimá-la...

e em poucas palavras mas com grandes actos, aqui está um domingo em cheio...
e claro que também não podíamos deixar de oferecer árvores à ROM... ela gosta destes mimos e nós adoramos mimá-la...

e em poucas palavras mas com grandes actos, aqui está um domingo em cheio...
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