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quarta-feira, dezembro 16, 2009

segunda-feira, julho 27, 2009

feira de artesanato


estamos a ser comidos (em Vila do Conde)

segunda-feira, julho 06, 2009

festas, feiras e festivais populares em Portugal

calendário aqui, para quem gosta de se divertir à moda antiga, com a malta de hoje. projecto experimental. queres ajudar?

segunda-feira, junho 15, 2009

no gerês


descobri um sítio lindo que apelou aos meus sentimentos de eremita. um dia talvez me "retire" para aqui, para germinar as sementes que lá deixei. isto se os vezeiros me aceitarem claro

sábado, maio 16, 2009

DOC


degustar, ousar, comunicar. é o mote do restaurante que flutua sobre o douro. está na moda, assim como o rio. como as quintas renovadas. os novos museus. ou os barcos que desafiam o comboio. uma semana pelo douro vinhateiro... ainda sem uvas mas já com muitas cerejas.

domingo, março 01, 2009

"A origem do mundo"



Tomar, Mata Nacional dos Sete Montes
25 de Fevereiro de 2009

segunda-feira, dezembro 08, 2008

um fim-de-semana mágico


penedos, muitos penedos, siameses com casas e pocilgas, rodeados de sobreiros e ocultos na névoa, apenas acordados por adufes que abrem portas e malafonas que espreitam delas, numa magica aldeia que nasceu do monte, onde os galos sao de prata e o silêncio de oiro, sem duvida a mais portuguesa de portugal, vizinha de idalha a velha com fornos comunitários e lagares de azeite, e de penha garcia onde se podem escalar trilobites, e de monfortinho com as pegas azuis, as laranjas, os medronhos e as bolotas (mais uma vez a caminho da rom), e das imensas planicies de idanha onde se ganham medalhas inesperadas e molhas previsiveis. foi um prazer, enorme. obrigado

recomendo aqui e aqui

terça-feira, agosto 12, 2008

sábado, agosto 09, 2008

Moinhos de Vento de Montedor


como prometido, embora atrasado, aqui fica a sugestao de um simpatico passeio de verao, seguido de um jantar no Mar à Duna, a não perder (ambos). inclui gravuras rupestres, uma vegetação absolutamente única (nao deixar de fazer a parte azul do percurso), o único moinho a vento com velas trapezoidais de madeira ainda em funcionamento, uma praia de bandeira azul...

quinta-feira, junho 12, 2008

bolas!


e depois de umas inevitaveis e quentinhas bolas de berlim no natário (quem nunca provou nao sabe o que está a perder) partimos para carreço em busca dos moinhos de montedor, inspirados pelo livro. devo dizer que foi um dos passeios mais fantasticos que fiz nos ultimos tempos, e desde já os meus parabens à CM pelas intervenções. falarei mais deste trilho nos proximos dias...

quarta-feira, junho 11, 2008

CMIA ou não CMIA

mas a visita a viana teve outros propositos... a começar, a visita ao novo parque da cidade e CMIA (centro de monitorização e interpretação ambiental)... a visita ao parque ficou gorada porque só irá abrir no final do ano, a tempo de ter maior efeito eleitoral, digo eu (o parque já está pronto e já se fazem visitas guiadas...). interessante a recuperação do moinho de maré (pena que nao tenham conseguido po-lo a funcionar). fiz a questao da praxe: "e resultados da monitorização?" parecia que estava a perguntar algo que nao fazia sentido e nao me souberam responder, ficando a olhar "que nem burros para um palácio"... enfim, parece que os CMIAs, criados pelo programa polis em todas as cidades onde houve intervenções, seguem a mesma tendencia de servirem fundamentalmente para acções bonitas com miudos, que ficam bem na fotografia mas que pouco efeito prático têm, quando a verdadeira razao da sua existencia - monitorizar indicadores ambientais e transmiti-los de uma forma acessivel para a população - ficou gorada. nada que nao fosse previsivel... mas ainda assim me custa ver tanto dinheiro mal gasto. claro que vila do conde é excepção (há outras?), já que estao empenhados na defesa da ROM. bem haja.

terça-feira, maio 27, 2008

por terras da Trofa


mesmo aqui ao lado... encontramo-nos no Parque Dr. Lima Carneiro e, depois de almoçar no Hippopotamus, fomos conhecer o território entre Soutos, de Bairros e da Lagoa (com a casa da cultura e a igreja de S. Tiago infelizmente fechadas), com o seu rio da Trofa, uma planicie de aluviao com uma agricultura viva... uma ruralidade que precisa de ser novamente glorificada, nem que fosse pela estética dos "burrinhos" de palha. nas margens do Rio Ave encontramos azenhas antiquissimas e esgotos a correr a céu aberto para dentro do rio. tudo isto irá mudar, porque um dia o rio da Trofa e o Ave estarão limpos, porque será realizado o Parque das Azenhas e o Centro de Ruralidade de Souto de Bairros, e tb porque passará aqui uma via rápida... qual será o resultado?? Lá ao longe observa vigilante a Sra da Alegria com a sua harpa, no topo do monte de S. Gens que fomos conhecer, com os azevinhos a lutar contra o mau gosto... e daqui rumamos para o Castro de Alvarelhos, a Quinta do Paiço (cujo tulipeiro nao pudemos conhecer porque o Sr. João nao deixou e o reitor nao estava), e terminamos no Monte de Sta Eufémia. O bar da associação está cheio de homens (reformados? desempregados?) que nos olham com curiosidade com a malga de verde tinto na mão. O espaço em volta está cheio de lixo mas as vistas são magnificas: primeiro o mar prende a vista e depois aquele edificio gigantesco vermelho, que é facil identificar, e mais ao lado a nossa ROM.

quarta-feira, fevereiro 20, 2008

lugares mágicos


inesquecível a descida do rio leça (quedas de fervença) e as vistas do castro, extremamente bem cuidado pela CM Santo Tirso

sábado, dezembro 29, 2007

Amazónia e Pantanal


e chego ao quinto septénio, dos 29 aos 35 anos, de Maio de 2001 a Maio de 2008, se tudo correr bem. A 25 de Julho de 2001 partimos para o Brasil. Do extenso "diário de um aventureiro em busca do primitivo" que na altura escrevi, escolho este excerto:

A Selva cristalina
Após uma estrada de pó vermelho, rodeada de fazendas e pastagens de gado sarapintadas de cupim, chegamos, quase entramos de ônibus, numa abertura da mata: um rio imenso surge por detrás de uma imagem de beleza inesquecível. É esta a porta de entrada para um mundo à parte, agora sim, ‘longe de tudo’.
Separados por três barcos, subimos o Teles Pires, entramos no Cristalino, rumo à selva profunda. Sentimentos? Somos Costeau, aventureiros amazónicos... é o regresso às origens, à magnitude do selvagem, ao mistério do primitivo. Percorremos as veias de Gaia, numa extasiada emoção, afastando da cabeça a voz que nos chama loucos. A viagem é por demais maravilhosa!
Chegamos ao nosso acampamento na selva, na verdade um lodge, onde somos recebidos por uma iguana que protege os seus ovos, indiferente aos animais que chegam de outro hemisfério. Afogamos os nossos receios em caipirinhas. O medo da selva, do desconhecido, do bicho que pica e come... que rasteja e é peludo, que nos espreita constantemente... é forte. Mas estar aqui, rodeados de muitos km de selva, sem carros, sem prédios, sem civilização alguma... cercados por um verde denso, repleto de sons e sombras... é indescritível.
O Cristalino, o ‘nosso’ rio que corre para o Amazonas, é uma grande cobra de águas escuras, serpenteando pela Selva. Junto a ele estivemos a ver as estrelas e o imenso céu, iluminado por uma lua que não sabemos se cresce ou descresce. O brilho dos olhos, reflectindo a luz das lanternas, denuncia os jacarés, que somamos à já longa lista de “figurinhas”.
Já à luz de velas (o gerador apagou-se) termino estas linhas, sem querer deixar de recordar o rosto belo de felicidade da Marta, subindo o rio, dizendo-me ser este talvez o sentido para a minha vida: o de manter sempre acesa esta coisa linda.

domingo, outubro 28, 2007

100 milhoes por uma cama


a semana passada estive mais uma vez em lisboa, novamente por causa das alterações climaticas. aproveitei para ir jantar uma mega-tosta açoreana ao peters, no parque das nações, acompanhada de um inevitavel gin tonico. algo que já fiz mais vezes... gosto de passear na antiga expo, pela imponencia dos edificios e da paisagem. e um factor decisivo: quase nao tem carros e tem excelente acesso de transportes publicos (tinha acabado de chegar de comboio do porto). no dia seguinte e depois de uma noite no bairro alto, aproveitei para me vestir de turista e ir tomar o pequeno-almoço à brasileira do chiado, outro local com boas recordações, terminando o dia no doclisboa com a estreia do primeiro filme da minha amiga margarida gil. ainda assim, ir a lisboa é sempre um sacrificio que o contacto com os amigos só consegue amenizar (provocação)...

para recuperar este fim-de-semana fui fazer de guia turistico pelo porto: no sabado começamos no mosteiro da serra do pilar e seguimos pelo tabuleiro superior da ponte d. luis, sé, igreja de santa clara, batalha, santa catarina, onde lanchamos no majestic (sim, de facto estes cafés históricos têm um charme especial, apesar de uma certa naftalina burguesa...) com direito a assistir ao carrilhão do palladium, bolhão, praça d. joao I com cruz do la feria, avenida dos aliados, livraria lello, clerigos, leoes, igrejas do carmo e das carmelitas, piolho, jardim da coroaria, passeio das virtudes, escadas da vitoria, mercado ferreira borges e palacio da bolsa, igreja s. francisco, rua da reboleira (a casa-torre do n.º 59 foi o que te entusiasmou mais, compreensivelmente, graças à sua ocupação actual), ribeira com jantar na adega do s. nicolau, escadas do barredo e das verdades até ao terreiro da sé, igreja dos grilos e regresso ao carro que esperava no jardim do morro. domingo foi dia de visita à casa da musica, teatro do campo alegre e planetario, passeio alegre... na foz saltamos (e que grande salto) da pasteleira para a pastelaria, neste caso a "ribeiro", procurada pelos "queques" e tartes de maracujá... e o resto fica para a próxima.

Que mais marcou este tripeiro, face aos passeios de outros tempos, na fase pré-porto 2001? locais livres de automoveis (quem se lembra do caos que era o tabuleiro da ponte d. luis, a ribeira, os leoes...) e os novos e velhos electricos (como nos guindais), menos "esconderijos" (nos aliados, na cordoaria, na rotunda da boavista...), "cara (mais) lavada" nas escadarias dos bairros do porto profundo (que continuam a ser, para mim, os locais com mais alma e encantos da cidade invicta) e 100 milhoes de euros da casa da musica que valeram a pena, apenas e somente pelas fantásticas camas de rede vermelhas que lá colocaram. se nao conhecem, valem mesmo a pena.

PS. serralves é o senhor que se segue

segunda-feira, setembro 17, 2007

sábado, junho 30, 2007

"adoro os balcãs!!!"



estou de volta, depois de uma semana em que percorri a bulgaria de fio a pavio, ou de sofia a nessebar... deixarei aqui as minhas impressoes nos proximos dias. agora tenho que me preparar para uma "nova vida" em que tudo fica igual, ou talvez não: mudar de emprego, mudar de casa, mudar mindelo... tudo está a acontecer ao mesmo tempo. e o mais importante (re)começa amanha... o resto segue depois

sábado, março 31, 2007

sevilha


a semana passada estive aqui, com a delegação da agenda 21 do vale do minho (ao todo 25). no encontro estiveram mais de 1600 pessoas, do melhor que há em sustentatibilidade local. entre os quais muitos autarcas que deram a cara por projectos de mobilidade, combate às alterações climáticas, desenvolvimento rural... dinamizamos uma mesa redonda sobre a A21L em Portugal, cujo proximo passo será a criação de uma rede nacional...

domingo, março 18, 2007

vai passear...

... cá dentro

(atenção, data alterada: 29 de Abril)

PS. vejam as fotos do passeio de ontem a aboim: eramos mais de 30! teria sido um dia perfeito nao fosse...

sexta-feira, março 09, 2007

Pela sua saúde, vá passear!

(bravosdomindelo no primeiro de janeiro de hoje)

É possível que esteja a ler este texto em frente ao mar. Porquê? Porque será que nos sentimos tão bem mirando o horizonte, no topo de uma montanha ou na praia? Porque gostamos tanto de piqueniques? Porque será tão especial passear numa floresta, ouvir as aves cantar ou apreciar as flores?

E será que aquele “vazio” que tantos sentem nas suas vidas não será apenas a falta desta ligação com os ritmos, cores e sons naturais? Todos sabemos que o contacto com a natureza aumenta o nosso bem-estar, faz-nos sentir bem… afinal, todos precisamos de “espairecer” de vez em quando, não?

Os cientistas já conseguiram provar este efeito curador da Natureza, a nível físico e mental. E até lhe deram um nome: biofilia. Comprovaram que uma simples janela para “olhar” o verde permite que os doentes se curem mais rápido ou que os trabalhadores sejam mais produtivos. O contacto com os animais, por exemplo, diminui a pressão arterial e o colesterol, reduz o stress e a sensação de dor. O governo britânico ficou convencido e investiu recentemente numa campanha para que se passe mais tempo em espaços verdes, numa estratégia para reduzir os custos com o sector da saúde. Por isso não estranhe que um dia destes um médico lhe receite um gato ou meia hora no jardim…

Ainda ontem perguntava qual o segredo da juventude a alguém que me disse que tinha feito 45 anos e parece que tem apenas 30… respondeu-me que passa todos os fins-de-semana a trabalhar na quinta, recarregando energias em contacto com a terra. Uma amiga que fez o Caminho de Santiago comigo escreveu: “adorei ter brincado com a bicharada toda no caminho, ter sentido as aves, sobretudo as pequeninas, os gatos emboscados nas ervas... ainda agora, fecho os olhos e ouço a música do vento a brincar nas folhas das árvores; os ribeiros a cantarem lestinhos por entre as pedras; a chuva, ora suave ora intensamente, a cair sobre a natureza, criando vida, permitindo a intensidade daquele verde tão relaxante que caracteriza a Galiza.” Outra amiga descrevia a sua experiência de escuteira: “a cada caminhada sentia-me bem, apenas com uma mochila as costas pelo monte fora, sentindo a natureza e tudo o que ela nos dá, que podemos ter de graça e teimamos em estragar… sentia-me livre, e quando chegava ao topo da montanha sentia-me em casa como se fosse possível até mesmo voar…”.

Num inquérito realizado em 2004 pelo Observa perguntaram o que gostariam as pessoas de ter à volta de sua casa. Cerca de 86% disseram mais “natureza” (jardins, campo, mar e praia) e apenas 8% optaram por mais equipamentos desportivos. Todos os promotores imobiliários sabem isto e por isso metem sempre o verde nas suas maquetas e a natureza nos slogans publicitários.

Por outro lado a indústria do turismo é a que mais cresce a nível mundial, destacando-se o ecoturismo, ou turismo de natureza, com taxas de crescimento de 20% ao ano. Só amantes da observação de aves são cerca de 80 milhões. Por isso é que a Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves (SPEA) e a Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP) estão a promover, em conjunto, uma central de reservas para grupos de turistas que queiram visitar explorações agrícolas onde as condições ambientais permitam a observação de aves. No programa de ecoturismo dos Amigos do Mindelo já participaram centenas de pessoas, de todas as idades, tamanhos e feitios.

Já estão a ver onde eu quero chegar, não? A conclusão é simples. A Reserva Ornitológica de Mindelo, se protegida, pode transformar-se numa fonte de saúde para os Vilacondenses e uma verdadeira galinha dos ovos de ouro, em especial para os proprietários. Isto se não tentarem matar a galinha, claro. Mesmo hoje em dia, com todo o lixo que por lá anda e sem nenhuma estrutura de apoio, são às dezenas as pessoas que encontro a correr, fazer ginástica ou fotografia de natureza ou apenas apreciar a paisagem. Uma simples prova de orientação juntou 600 pessoas na Reserva! O potencial está todo lá. Só falta a visão e a vontade política. Falta cumprir as promessas que se arrastam eternamente.

Por isso, caro Eng. Mário de Almeida, se está tão preocupado com a saúde dos Vilacondenses, não pense só nas urgências. Invista na prevenção. Na saúde e não na doença. É com todo o carinho e preocupação por si que digo: vá passear! E inspire-se em qualquer uma das áreas protegidas que já existem em tantos sítios, muitos dos quais sem metade do encanto que tem a ROM. E, já agora, leve o Ministro da Saúde consigo.

PS. Quer vir passear connosco e experimentar por si próprio o poder curador da Natureza? O próximo programa de ecoturismo é já no dia 17 de Março: iremos partir à descoberta da paisagem e da cultura de Aboim. Trata-se de uma tradicional povoação de montanha no Concelho de Fafe, um autêntico miradouro para as serras da Cabreira, do Marão, do Gerês, para a Albufeira do Ermal e para o vale da ribeira de Linhares. Pode encontrar mais informações em http://ecoturimindelo.blogspot.com. O passeio é gratuito e dispensa receita médica.