É natural cometer erros, partir sem os ter compreendido é que torna inútil o sentido de uma vida. As coisas que nos acontecem nunca são definitivas, gratuitas, cada encontro, cada pequeno acontecimento tem um significado, a compreensão de nós mesmos nasce da disponibilidade em aceitá-los, da capacidade de mudar de direcção em cada momento, de deixar a pele antiga, como as lagartixas na mudança de estação.
(vai aonde te leva o coração, susana tamaro)
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domingo, março 07, 2010
quinta-feira, janeiro 29, 2009
terça-feira, novembro 11, 2008
memória para o futuro
quarta-feira, agosto 06, 2008
Esgotado ou não disponível
"Estamos numa encruzilhada. Os caminhos que tomarmos agora determinarão o futuro da Humanidade e se entraremos no século seguinte como um Estado policial electrónico mundial ou como seres humanos livres, em consequência de uma consciencialização maciça que ocorra nos Estados Unidos e no resto do mundo livre, face às actividades criminosas da elite mundial"
é mais ou menos assim que começa o último livro que li, "Clube Bilderberg - Os Senhores do Mundo" (escrito em 2005, e "naturalmente" esgotado ou não disponível). Confesso que nao me entusiasmou muito e nem o consegui ler todo, mas ficou na mente o prenuncio de uma mediatização global dos raptos de crianças (lembra alguma coisa?) com a divulgação em simultaneo da aplicação de chips em vários suportes (cães - obrigatorio em portugal desde 1jul08; automoveis - em discussão na assembleia...) para construirem as bases necessárias (medo que leve à colocação de microchips nas crianças) para a futura utilização generalizada de microchips em seres humanos (nós) como instrumento de controlo global (o famoso "big brother" ou globalia)... sinistro... (a SIC do Balsemao já se encarregou de passar a ideia...)
PS. mas o que achei mais "fascinante" foi mesmo a explicação para a subida meteorica do Durão Barroso, de lider ridicularizado da oposição a presidente da comissão europeia em pouco mais de 2 anos... ai sim, a explicação encaixa mesmo bem...
é mais ou menos assim que começa o último livro que li, "Clube Bilderberg - Os Senhores do Mundo" (escrito em 2005, e "naturalmente" esgotado ou não disponível). Confesso que nao me entusiasmou muito e nem o consegui ler todo, mas ficou na mente o prenuncio de uma mediatização global dos raptos de crianças (lembra alguma coisa?) com a divulgação em simultaneo da aplicação de chips em vários suportes (cães - obrigatorio em portugal desde 1jul08; automoveis - em discussão na assembleia...) para construirem as bases necessárias (medo que leve à colocação de microchips nas crianças) para a futura utilização generalizada de microchips em seres humanos (nós) como instrumento de controlo global (o famoso "big brother" ou globalia)... sinistro... (a SIC do Balsemao já se encarregou de passar a ideia...)
PS. mas o que achei mais "fascinante" foi mesmo a explicação para a subida meteorica do Durão Barroso, de lider ridicularizado da oposição a presidente da comissão europeia em pouco mais de 2 anos... ai sim, a explicação encaixa mesmo bem...
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sexta-feira, janeiro 11, 2008
oferta
Cheguei agora da apresentação do livro "GOVERNÂNCIA MUNICIPAL Cidadania e governação nas câmaras municipais Portuguesas" de Arnaldo Ribeiro, na biblioteca de Monção. Quantas pessoas estiveram presentes? dou um doce a quem acertar.
Esta obra analisa as mais variadas facetas da governação municipal avançando uma reflexão teórica e pratica sobre o envolvimento dos cidadãos nos assuntos públicos e preconizando uma análise sobre as posições dos municípios portugueses em relação à participação dos munícipes.
Esta obra analisa as mais variadas facetas da governação municipal avançando uma reflexão teórica e pratica sobre o envolvimento dos cidadãos nos assuntos públicos e preconizando uma análise sobre as posições dos municípios portugueses em relação à participação dos munícipes.
terça-feira, janeiro 08, 2008
Bem-vindos ao futuro

antecipando a transformação do mundo numa imenso Nápoles subterrada de lixo e caos, com tufões como os que estao a varrer os estados unidos devido às temperaturas anormalmente altas ou com seca extrema como a que assola Espanha há quatro anos, esta é a minha proposta para os Mindelenses: cabem lá os apartamentos para todos e mais alguns, uma escola, jardins, teatros, cinema e centro de desporto. Inclui painéis solares e turbinas eólicas para a produção de energia e é resistente a todas as mudanças de tempo no exterior. inspirei-me no livro que o ricardo me ofereceu e que foi um dos que mais gostei nos ultimos anos, encomendei o projecto ao Norman Foster, como não podia deixar de ser (é o maior especialista em supositorios ultra tecnologicos e ecologicos) e já estão a fazer um modelo experimental em Moscovo. e ainda para mais não é preciso destruir a ROM porque cabem as duas em Mindelo, à justa mas cabem. e já tenho um nome: reserva antropologica de mindelo. RAM e ROM, o que precisamos mais?
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sábado, janeiro 05, 2008
apocalipse
A nossa civilização está em risco de deixar simplesmente de existir. Se o petróleo "acabar" em breve e de forma repentina, como é provável, será o caos. Com a consolação que possivelmente não iremos sofrer assim tanto com as alterações climáticas. Se não "acabar", iremos manter o crescimento exponencial dos consumos energéticos e a dependência dos combustíveis fósseis (petróleo, carvão e gás) e iremos literalmente acabar torrados.
"o mais incrivel para mim, é esta indiferença geral que está instalada (...) o publico parece muito descontraido com a questao do aquecimento global, enquanto os peritos estao em panico (...) quando os cientistas do painel da ONU vieram a publico e confirmaram que, nas proximas decadas, as tempestades vao ficar mais violentas, o deserto irá alastrar para mais de metade do planeta e o nivel do mar vai subir uma dezena de metros ou mais* (...) só faltou ver as pessoas bocejarem de tédio! (...) e os politicos, que deviam ter juizo na cabeça, estao na mesma!"... citando a obra que devorei em apenas dois dias.
prova desta indiferença é o lisboa-dakar, sobre o qual já escrevi aqui. felizmente foi cancelado, mas devido às ameaças de terrorismo. num planeta à beira do precipício que sentido faz manter uma prova inútil que produz quantidades maciças de gases com efeito de estufa e destrói habitats? porque nem sequer se falou neste argumento primário para o erradicar de vez? neste inicio do ano, a Al-Qaeda afirma-se assim, de forma inesperada, não só como a vencedora do dakar mas como a entidade com o maior contributo para reduzir as alterações climáticas. O meu muito obrigado!
o Al Gore não irá candidatar-se à casa branca. com o colapso eminente mas ainda não confirmado, ele sabe o que seria preciso fazer (sou tão ingénuo às vezes...) mas sabe também que as pessoas ainda nao estao preparadas. Infelizmente daqui a 4 anos a situação não será certamente a mesma e vamos estar todos na rua em terror a berrar por homens providenciais. esperemos que eles nessa altura surjam e que ainda vá a tempo. eu sinceramente duvido.
*na imagem a praia de árvore, hoje, junto ao condenado Areal
quarta-feira, dezembro 12, 2007
segunda-feira, setembro 24, 2007

"a viagem não começa quando se percorrem distâncias, mas quando se atravessam as nossas fronteiras interiores. a viagem acontece quando acordamos fora do corpo, longe do ultimo lugar onde podemos ter casa"
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quinta-feira, maio 17, 2007
quarta-feira, maio 16, 2007
"A nova primavera do político"

"Será ainda possível reconciliar as pessoas com os políticos? Numa realidade em acelerada transformação, cada vez mais os cidadãos se distanciam da política e cada vez menos intervêm na vida pública do seu país. Grande parte da população, desencantada, vê os políticos como incompetentes e incapazes de compreenderem o povo. É neste contexto que os políticos se vêem confrontados com um grande desafio: aproximarem-se dos cidadãos e adaptarem-se aos novos ensejos da globalização. É dessa conjuntura que nasce este ensaio, resultado do debate entre prestigiados sociólogos, historiadores e outros intelectuais de oito países. Uma cativante reflexão sobre a crise política dos nossos dias."
Fundação Calouste Gulbenkian
um dos próximos livros a ler, de Michel Wieviorka
segunda-feira, maio 14, 2007
nao percam tempo...
... este blog é que é fixe!
(ou não fosse da póvoa, essa terra misteriosa de francesinhas pequeninas e areias grossas)
(ou não fosse da póvoa, essa terra misteriosa de francesinhas pequeninas e areias grossas)
quinta-feira, abril 12, 2007
quarta-feira, março 07, 2007
quinta-feira, fevereiro 15, 2007

"A determinada altura, Alexander caiu estendido de bruços, esgotado, gemendo. Tinha os músculos tensos, o sangue latejando-lhe nas fontes, dorido cada nervo do seu corpo. Não conseguia raciocinar, sentia que a cabeça ia explodir-lhe por falta de ar. (...) Por um tempo eterno, as trevas penetraram-lhe na mente e perdeu o rumo, chamando a morte sem voz, derrotado. E então, quando o seu espírito se afastava na escuridão, a voz do pai abriu caminho por entre as brumas do seu cérebro e chegou-lhe, primeiro como um sussurro quase imperceptível, depois com mais clareza. O que lhe dissera o seu pai tantas vezes, quando o ensinava a escalar montanhas?
Quieto, Alexander, procura no centro de ti próprio, onde está a tua força. Respira. Ao inspirar enches-te de energia, ao exalar libertas-te da tensão. Não penses, obedece ao teu instinto.
(...) Concentrou-se em respirar: inspirar energia, sem pensar na falta de oxigénio, exalar o seu terror, descontrair, rejeitar os pensamentos negativos que o paralisavam. Consigo fazê-lo, consigo fazê-lo... repetiu. Pouco a pouco, regressou ao seu corpo. Visualizou os dedos dos pés e começou a relaxá-los um por um, depois as pernas, os joelhos, as ancas, as costas, os braços até às pontas dos dedos, a nuca, os maxilares, as pálpebras. Já conseguia respirar melhor, deixou de soluçar. Localizou o centro de si próprio, um lugar vermelho e vibrante à altura do umbigo. Ouviu os batimentos do seu coração. Sentiu um formigueiro na pele, depois um calor pelas veias, finalmente a força regressou-lhe ao corpo, aos sentidos e à mente."
quinta-feira, janeiro 25, 2007
Obrigado Carolina (2)
Aqui está, em primeira mão, o artigo (versão nao censurada) publicado n´O Primero de Janeiro de amanha, quase hoje, sexta, na coluna "bravos do mindelo", "versão impressa" deste blog, conforme já anunciado:
Com toda a sinceridade, gostei de ler o teu livro. Afinal não é todos os dias que alguém nos abre uma janela para o “mundo real”, ou submundo como tu escreves. E sem estas janelas não é possível evoluir. Fiquei espantado com a tua coragem. Com a forma como assumes os erros do passado, teus e dos outros. E acima de tudo com a tua determinação em denunciar aquilo que dizes que não devia existir.
Foste chamada de puta e muito mais, como esperavas. Por gente séria com sérias telhas de vidro. Foste apedrejada em praça pública, em especial por quem quer manter o statu quo. Mas não te quero fazer de vítima ou santa, não sou assim tão ingénuo. Como tu admites no livro, tens muitas culpas no cartório e sempre escolheste o teu caminho. Mas se a própria vítima das agressões que ordenaste te perdoou, quem sou eu para atirar pedras?
Pessoas sérias ficaram chocadas com os pormenores da tua vida pessoal. Acham que não tinhas o direito de os contar. É pena. É pena que não tenhas ganho o prémio Nobel da literatura, que a tua amiga que escreveu o livro não tivesse um pouco mais de talento. Se fosse esse o caso ninguém te acusaria. Parece que em Portugal contar casos de “facadas” no matrimónio, pancada e pormenores íntimos das pessoas próximas é algo reservado ao Saramago e às “pequenas memórias”, ou às memórias das pessoas pequenas.
Graças ao teu livro foi possível dar andamento a processos que combatem a corrupção desportiva. Sou fiel ao Porto e admirador confesso do Pinto da Costa (afinal, também sofro de clubite aguda), mas quero justiça nos resultados. Prestaste um serviço público, denunciando o que sabes. Quantos de nós têm essa coragem de pôr, preto no branco, tudo aquilo que sabem? Houvesse mais coragem assim e haveria menos crime.
Será tudo verdade o que escreveste? Haverá alguma biografia 100% sincera? Impossível, diria eu. Terá sido mesmo coragem? Para lavar a consciência? Ou mera vingança pessoal? Terá sido para te protegeres? Há quem te acuse que foi apenas pelo dinheiro. Nisso concordo com o major, somos um país de invejosos. Olha, da próxima vez responde-lhes que o Paulo Morais, que até é professor universitário, também escreveu um livro, chamado “Mudar o Poder Local”, a delatar crimes de corrupção. E olha que ele não foi tão corajoso e não pôs os nomes aos bois…
O Banco Mundial disse que a diminuição da corrupção poderia pôr Portugal na rota do desenvolvimento, ao mesmo nível da Finlândia. Por isso tu e o Paulo, e todos os que denunciam casos de corrupção, ajudados pelo João Cravinho (por favor não te vás embora!) arriscam-se a serem mais importantes que o QREN - Quadro de Referência Estratégico Nacional – que nem sequer aborda este assunto...
“Parece ter chegado o tempo de começarmos a saber o que se passa”, como escreveu o Domingos Amaral no Diário Económico, na crónica que inspirou esta. A luta anti-corrupção (política, desportiva, económica…) começa a entrar na moda… mas precisamos de mais furacões “Carolina”. A Maria José Morgado é agora o bastião da nossa esperança. Sabes Carolina, eu não devia dizer isto mas até acho que vocês são parecidas, com esse vosso estilo de “quero lá saber da vossa opinião, eu quero é levar isto até ao fim”. E estou certo que também a ela muitos chamam de puta, os tais das telhas de vidro. Por isso aqui fica o meu agradecimento pela tua coragem e o incentivo para ajudares a Maria no que puderes. Bem hajam!
PS- No último artigo prometi ser mais positivo (consegui parcialmente) mas o famoso problema da quadratura não tem solução: quadrado e círculo nunca ocuparão o mesmo espaço. Por isso no próximo artigo prometo deixar o quadrado (“corrupção - política – futebol – construção imobiliária”) e centrar-me no círculo (“desenvolvimento sustentável”). Vamos a ver se resulta melhor.
Com toda a sinceridade, gostei de ler o teu livro. Afinal não é todos os dias que alguém nos abre uma janela para o “mundo real”, ou submundo como tu escreves. E sem estas janelas não é possível evoluir. Fiquei espantado com a tua coragem. Com a forma como assumes os erros do passado, teus e dos outros. E acima de tudo com a tua determinação em denunciar aquilo que dizes que não devia existir.
Foste chamada de puta e muito mais, como esperavas. Por gente séria com sérias telhas de vidro. Foste apedrejada em praça pública, em especial por quem quer manter o statu quo. Mas não te quero fazer de vítima ou santa, não sou assim tão ingénuo. Como tu admites no livro, tens muitas culpas no cartório e sempre escolheste o teu caminho. Mas se a própria vítima das agressões que ordenaste te perdoou, quem sou eu para atirar pedras?
Pessoas sérias ficaram chocadas com os pormenores da tua vida pessoal. Acham que não tinhas o direito de os contar. É pena. É pena que não tenhas ganho o prémio Nobel da literatura, que a tua amiga que escreveu o livro não tivesse um pouco mais de talento. Se fosse esse o caso ninguém te acusaria. Parece que em Portugal contar casos de “facadas” no matrimónio, pancada e pormenores íntimos das pessoas próximas é algo reservado ao Saramago e às “pequenas memórias”, ou às memórias das pessoas pequenas.
Graças ao teu livro foi possível dar andamento a processos que combatem a corrupção desportiva. Sou fiel ao Porto e admirador confesso do Pinto da Costa (afinal, também sofro de clubite aguda), mas quero justiça nos resultados. Prestaste um serviço público, denunciando o que sabes. Quantos de nós têm essa coragem de pôr, preto no branco, tudo aquilo que sabem? Houvesse mais coragem assim e haveria menos crime.
Será tudo verdade o que escreveste? Haverá alguma biografia 100% sincera? Impossível, diria eu. Terá sido mesmo coragem? Para lavar a consciência? Ou mera vingança pessoal? Terá sido para te protegeres? Há quem te acuse que foi apenas pelo dinheiro. Nisso concordo com o major, somos um país de invejosos. Olha, da próxima vez responde-lhes que o Paulo Morais, que até é professor universitário, também escreveu um livro, chamado “Mudar o Poder Local”, a delatar crimes de corrupção. E olha que ele não foi tão corajoso e não pôs os nomes aos bois…
O Banco Mundial disse que a diminuição da corrupção poderia pôr Portugal na rota do desenvolvimento, ao mesmo nível da Finlândia. Por isso tu e o Paulo, e todos os que denunciam casos de corrupção, ajudados pelo João Cravinho (por favor não te vás embora!) arriscam-se a serem mais importantes que o QREN - Quadro de Referência Estratégico Nacional – que nem sequer aborda este assunto...
“Parece ter chegado o tempo de começarmos a saber o que se passa”, como escreveu o Domingos Amaral no Diário Económico, na crónica que inspirou esta. A luta anti-corrupção (política, desportiva, económica…) começa a entrar na moda… mas precisamos de mais furacões “Carolina”. A Maria José Morgado é agora o bastião da nossa esperança. Sabes Carolina, eu não devia dizer isto mas até acho que vocês são parecidas, com esse vosso estilo de “quero lá saber da vossa opinião, eu quero é levar isto até ao fim”. E estou certo que também a ela muitos chamam de puta, os tais das telhas de vidro. Por isso aqui fica o meu agradecimento pela tua coragem e o incentivo para ajudares a Maria no que puderes. Bem hajam!
PS- No último artigo prometi ser mais positivo (consegui parcialmente) mas o famoso problema da quadratura não tem solução: quadrado e círculo nunca ocuparão o mesmo espaço. Por isso no próximo artigo prometo deixar o quadrado (“corrupção - política – futebol – construção imobiliária”) e centrar-me no círculo (“desenvolvimento sustentável”). Vamos a ver se resulta melhor.
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terça-feira, janeiro 23, 2007
cem mil livros a preço de saldo
No Porto
Cem mil livros a preços de saldo no Mercado Ferreira Borges
19.01.2007 - 13h06 Lusa
Cem mil livros de 150 editoras estão disponíveis a preços de saldo, a partir de hoje, no Mercado Ferreira Borges, no Porto, na feira "O Mundo dos Livros".
A feira, que se prolonga até 4 de Fevereiro, estará aberta todos os dias entre as 12h00 e as 22h00.
A maior parte dos livros apresentados no certame, organizado pela Interlivro, já não está disponível nas livrarias, tendo sido retirados dos escaparates após o chamado "período de novidade" — os três meses seguintes ao lançamento.
"Estamos na época dos saldos e os livros também não escapam à tendência", disse à Lusa Manuela Castro, da Interlivro.
A responsável referiu que todos os livros oferecidos nesta iniciativa têm mais de oito meses de edição e estão com, pelo menos, 50 por cento de desconto.
"Há muitos livros a preços irrisórios e restos de colecção a preços simbólicos", salientou Manuela Castro.
Cem mil livros a preços de saldo no Mercado Ferreira Borges
19.01.2007 - 13h06 Lusa
Cem mil livros de 150 editoras estão disponíveis a preços de saldo, a partir de hoje, no Mercado Ferreira Borges, no Porto, na feira "O Mundo dos Livros".
A feira, que se prolonga até 4 de Fevereiro, estará aberta todos os dias entre as 12h00 e as 22h00.
A maior parte dos livros apresentados no certame, organizado pela Interlivro, já não está disponível nas livrarias, tendo sido retirados dos escaparates após o chamado "período de novidade" — os três meses seguintes ao lançamento.
"Estamos na época dos saldos e os livros também não escapam à tendência", disse à Lusa Manuela Castro, da Interlivro.
A responsável referiu que todos os livros oferecidos nesta iniciativa têm mais de oito meses de edição e estão com, pelo menos, 50 por cento de desconto.
"Há muitos livros a preços irrisórios e restos de colecção a preços simbólicos", salientou Manuela Castro.
quarta-feira, janeiro 10, 2007
tertúlias

(clicar na imagem para ampliar)
recebi um simpatico convite dos fantastiscos jovens que fizeram este fabuloso filme (que já foi visto 750 vezes no youtube) para participar nesta promissora tertúlia.
Como ainda não sei se vou poder participar aqui fica desde já o meu contributo, do livro que acabei de ler esta semana: "as pequenas memórias" de josé saramago.
"A criança que eu fui não viu a paisagem tal como o adulto em que se tornou seria tentado a imaginá-la desde a sua altura de homem. A criança, durante o tempo que o foi, estava simplesmente na paisagem, fazia parte dela, não a interrogava, não dizia nem pensava, por estas ou outras palavras: "Que bela paisagem, que magnífico panorama, que deslumbrante ponto de vista!"
PS1: Pinguim café... guardo boas recordações daquelas noites de poesia passadas na cave, de copo na mão, a ouvir aventuras de pepinos e tomates ousados.
PS2: Um ciclo de tertúlias... um dos projectos dos amigos do mindelo até agora adiados, muitas vezes discutidos, já experimentado (com sucesso mas em privado) que um dia verá a luz, neste caso do luar. alguém quer exercitar o seu poder de mudar o mundo?
PS3: O filme da sessão de hoje à noite, das tradicionais terças-feiras cinematófilas da comunidade do Burgal, foi a Jangada de Pedra. Não pude deixar de ver as semelhanças deste grupo de auto-denominados eleitos, de poderes especiais, cada um no seu estilo, sonhadores, solidários, cúmplices, em síntese, fiéis, que procuram as causas de tão fantástico fenómeno ou catastrofe (o afastamento da iberia que termina algures entre Africa e America do Sul, onde verdadeiramente está) com a nossa própria comunidade.
quinta-feira, novembro 23, 2006
o profeta do castigo divino

o livro que comprei ontem e comecei a ler... já estou "apanhado"... tem uma particularidade interessante: é narrado pelo próprio diabo (faz lembrar "As Intermitências da Morte" do Saramago). Era fã do jornalista e blogger, parece que vou ficar fã do romancista...
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